quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

CARNAVAL – IX BAILE NA OFICINA

A Paróquia Santa Terezinha realizou, no dia 20, o IX Baile na Oficina, que acontece na casa de eventos Oficina dos Sonhos, Olho D’Água. É uma festa em prol do Seminário Santo Antônio, da Arquidiocese de São Luís.
A festa é oferecida para as crianças e seus familiares, um baile a fantasia, com muitas brincadeiras, lanches e animadas músicas com o grupo Amigos do Samba. Foi uma linda noite com muita alegria e diversão.
Agradecemos a presença e a colaboração de todos. Aguardamos vocês no próximo ano no X Baile na OficinaDeus abençoe a todos.



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AGENDA PAROQUIAL - 25/02 A 06/03

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
AGENDA PAROQUIAL
25/02 a 06/03/2014


Dia 25: 19h30 Reunião Paroquial da Pastoral Familiar, na Matriz.
Dia 27: 19h30 Formação Paroquial para Catequistas. (Aberto também a todos os paroquianos).
Dias 28/02 a 04/03: Retiro de Carnaval da Juventude, Convento das Irmãs de São José de São Jacinto.
Dias 02 a 04/03: Retiro Paroquial para Adultos, no Convento das Irmãs Farina, sempre pela parte da manhã. (8h-12h).
Dias 1 e 2/03: Final de Semana Paroquial de Oração pelas Vocações.
Dia 5: 18h30 Concentração em frente ao Convento das Irmãs Farina, para a Caminhada de Abertura da Campanha da Fraternidade 2014 em nossa Paróquia. Missa das Cinzas na Matriz com a chegada da caminhada.
Dia 6: 19h30 Reunião de Preparação da Festa de 10 anos da Paróquia Santa Terezinha, na Matriz.

Fraternalmente,

Padre Everaldo Santos Araújo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Como surgiu o Carnaval?

Na vida, as coisas parecem já existir desde sempre e para sempre, e se acaba por viver tudo o que acontece ou que aparece na moda, no “auge”. Porém, cada coisa tem seu princípio e seus momentos de transformação. É sempre bom que as perguntas surjam, como aquelas da criança que está descobrindo o mundo:
Quem criou isso?, por que isso existe? E que tal, como se diz na era da informação, navegar um pouco e descobrir como surgiu o carnaval?
História
Sua origem vem de uma manifestação popular anterior à era cristã, tendo se iniciado na Itália com o nome de saturnálias, festa em homenagem a Saturno, divindade da mitologia greco-romana, Baco (deus do vinho) e Momo (deus da graciosidade). Esses dividiam as honras dos festejos, que aconteciam nos meses de novembro e dezembro.            
Em Roma, era marcada por uma aparente quebra de hierarquia da sociedade, já que escravos, filósofos e tribunos se misturavam em praça pública. Na época ocorriam verdadeiros bacanais. Com o advento do cristianismo, esses festejos foram remanejados para antes quaresma.
Por que Carnaval?
Uma das versões mais aceitas para a origem do termo carnaval está no Dicionário de Frei Domingos Vieira, que define a palavra carnaval como provinda do italiano carne e vale. No dialeto milanês tem carnelevale, do baixo latim, e Carnelevamen de carne e levamen ação de tirar, assim, tempo em que se tira o uso da carne, pois a festa do carnaval é exatamente um dia antes da quarta-feira de cinzas.
A origem no Brasil
Rio de janeiro
No Rio de Janeiro colonial existia uma festa chamada congada do rosário, organizada pelos negros da Igreja Nossa Senhora do Rosário, para homenagear os príncipes do Congo que tornaram-se escravos, ocorria próximo ao Natal, sendo proibida no ano de 1820 pela polícia, pois o desfile acabava em sérios conflitos entre os negros e os capoeiras. Os negros, não se deixando abater, foram-se misturando nos ranchos de reis (festa religiosa em que se celebra a adoração dos reis magos a Jesus Menino), transplantados de Portugal. No final do século XIX, passaram do Natal para o carnaval. É o princípio do carnaval carioca. Aí, se desdobraram em ranchos tradicionais e escolas de samba, sobrevindo o rei e a rainha do Congo, sempre com seus trajes de antigas eras, o que se chama hoje de mestre-sala e porta-bandeira. Os embaixadores e os capoeiras e a música, formaram a bateria, que ainda consta do mesmo instrumental de percussão de origem Anglo-Congolesa.
Na Bahia
O primeiro carnaval de rua de Salvador aconteceu cinco anos antes da Proclamação da República. Era uma festa com grande influência européia, como quase tudo o que existia no Brasil naquela época, com muito luxo, requinte. O ano de 1884 é considerado o primeiro carnaval no estilo de hoje, inclusive com o forte apoio da publicidade utilizada pelos comerciantes da época.
Entre 1895 e 1896 surgem os primeiros AFOXÉS, organizados por negros. Representavam casas de culto de herança africana e saíam às ruas cantando e recitando seqüências de músicas e letras.
Em 1938 surgiu a idéia do trio elétrico, quando Dodô (rádio-técnico, músico e estudioso de eletrônica) e Osmar (inventor e músico), se conheceram tocando em programas de rádio, ao lado de Dorival Caymmi, entre outros nomes já famosos na época. Em 1939, em um Ford – o fobica – equipado com dois alto-falantes, eles se apresentaram nas ruas da cidade como a “dupla elétrica”.
Em Recife
Os festejos, sobretudo a festa de reis, eram organizados pelas chamadas Companhias de Carregadores de Açúcar e as Companhias de Carregadores de Mercadorias, isso no século XVII, que constava de cortejos com caixões e bandeiras.
O frevo, que significa ferver, provém das antigas marchas, maxixes e dobrados; as bandas militares do século passado, bem como as quadrilhas de origem européia.
Uma forte característica do carnaval pernambucano é o Maracatu, que surgiu por volta do século XVIII, dito Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana. Entre os clubes que eram a expressão carnavalesca no período de 1904 a 1912, destacam-se os seguintes: Cavalheiros de Satanás, Caras Duras, Filhos da Candinha e U.P.M., o último como piada aos homens que não tinham mais virilidade.
No mundo
O atual carnaval é uma mescla entre o carnaval de Veneza e da cidade francesa de Nice, onde ocorrem desfiles de pessoas fantasiadas sobre carros enfeitados, exibindo-se para a platéia, enfeita-se a cidade toda por grandes painéis luminosos com temas carnavalescos; à beira do mar, ocorre o desfile mais importante e diferente: a Parada das Flores. Cerca de vinte carros alegóricos, repletos de flores frescas formando arranjos e mosaicos variados, passam pela avenida e são saudados pela platéia. Todas essas comemorações duram até o mardi gras – a “terça-feira gorda”.
O nome francês da data serviu para batizar uma comemoração americana que só acontece nesse dia, na cidade de Nova Orleans. A festa começou no século XVIII, quando a cidade ainda estava sob o domínio da França. Mantendo muitas de suas características originais, como o desfile de mascarados em carros alegóricos. No entanto, à semelhança do que ocorreu no Rio de Janeiro, ela se contagiou com elementos da cultura negra, muito forte na região. Outra presença da festa são os krewe, blocos de mascarados que dançam a pé pelas ruas.
Personagens do carnaval
MÁSCARAS: O uso das máscaras vem desde o tempo em que se pensava que elas protegiam os foliões de maus espíritos ou transformavam as pessoas em personagens diferentes. Já em Veneza, na Itália, o uso de fantasias no Carnaval surgiu por causa de uma proibição. No século XIII era comum as pessoas andarem mascaradas o tempo todo, aproveitando para fazer o que quisessem, inclusive crimes, sem serem reconhecidas. Por isso, foi decretado que o uso de máscaras seria permitido apenas durante o Carnaval. Se alguém fosse pego fantasiado em qualquer outro dia, seria punido com prisão e chicotadas.
MOMO: Segundo a Mitologia Greco-Romana, o Filho do Sono e da Noite, ocupava-se unicamente em examinar as ações dos deuses e dos homens, e chegava mesmo a repreendê-los. Considerado como deus da Graciosidade, tinha caráter muito jocoso. Era representado com uma máscara numa mão e na outra uma figura ridícula para dar a entender que tira a máscara aos vícios dos homens e ri da sua loucura. Foi eleito juiz das obras de Netuno, de Vulcano e de Minerva: nenhuma achou perfeita. Vituperou Netuno porque, compondo um touro, não lhe pôs chavelhos. Criticou o homem forjado por Vulcano, por não lhe ter feito uma janela no coração para lhe ver os seus secretos pensamentos. Censurou a casa que Minerva edificou, porque a não podia mudar de um lugar para outro.
Segundo a História da Arte: Ator que representava nas farsas populares do antigo teatro. Originário dos bobos encarregados de divertir os amos e senhores portugueses que habitavam os paços reais e as residências nobres com mímicas e farsas populares.
ARLEQUIM: Personagem da antiga comédia italiana (commedia dell’arte) de traje multicor, feito em geral de losangos, que tinha a função de divertir o público, nos intervalos, com chistes e bufonadas, foi posteriormente incorporado como um dos personagens nas peripécias das comédias, transformando-se numa de suas mais importantes personagens. Amante da Colombina. Farsante, truão, fanfarrão, brigão, amante, cínico.
COLOMBINA: Principal personagem feminina da commedia dell’arte (comédia de arte), amante do Arlequim e companheira do Pierrô. Namoradeira, alegre, fútil, bela, esperta, sedutora e volúvel. Vestia-se de seda ou cetim branco, saia curta e usava um bonezinho.
PIERRÔ: Personagem também originário da commédia dell’arte, ingênuo e sentimental. Usava como indumentária calça e casaco muito amplos, ornada com pompons e de grande gola franzida.

Fonte: Site da Comunidade Católica Shalom - http://www.comshalom.org/
Texto de Gigliola Martins de Sena

É AMANHÃ!!! IX Folia na Oficina - Baile de Carnaval Infantil



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

AGENDA PAROQUIAL - 18 a 23/02

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
AGENDA PAROQUIAL
18 a 23/02/2014


Dia 18: 9h – 12h Estadia do Pároco na Comunidade da Redenção.
Dia 18: 19h30 Encontro do E.C.C. a Nível de Forania, na Igreja Santa Terezinha.
Dia 19: 19h30 Formação Paroquial de Liturgia em preparação da Missa das Cinzas, na Matriz.
Dia 20: 16h Formação com os Grupos de Via-Sacra pelas Ruas, na Matriz.
Dia 20: 19h30 Estudo de Liturgia da Comunidade da Penha.
Dia 20: 19h Carnaval Infantil da Paróquia Santa Terezinha – “IX Folia na Oficina”
Dia 20: 19h30 Formação Litúrgica da Catequese com Padre João Filho, na Matriz.
Dia 21: 19h30 Formação Litúrgica Paroquial com Padre João Filho, na Matriz. (TEMA: Celebração Penitencial).
Dia 22: Visita à Fazenda de Recuperação em Panaquatira pela Pastoral da Sobriedade.
Dia 22: 10h Reunião com os Representantes dos Grupos de Jovens da Paróquia, na Matriz.
Dia 22: 16h Reunião da Pastoral Paroquial do Dízimo, na Matriz.
Dia 22: 17h 1º Pré-Carnaval da Família, no Projeto Construindo o Saber, Sacavém.
Dia 22: 19h30 Chá dos Jovens Semear na Redenção.
Dia 23: 8h Encontro dos Dizimistas da Penha.
Dia 23: 9h30 Encontro de Articulação para Implantação da Pastoral da Criança, na Matriz.
                 Fraternalmente, Padre Everaldo Santos Araújo - Pároco

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Abramos os ouvidos para ouvir a Palavra de Deus

Uma vez que os seus ouvidos se abrem, a sua língua também vai se soltar e o nome do Senhor você irá proclamar e as maravilhas do Senhor você irá anunciar!
”Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade” (Mc 7, 35).

Na narração do Evangelho de hoje trouxeram a Jesus um homem surdo, que falava com certa dificuldade, com certeza não era um surdo-mudo de nascença, mas um homem que aos poucos ficou surdo e também quase que mudo, com muita dificuldade para falar. A ação de Jesus na vida deste homem, hoje, é a mesma ação que o Senhor deseja fazer na vida de cada um de nós, porque Ele tomou esse homem à parte, o tirou do meio da multidão e colocou os dedos nos ouvidos dele.
Deixe-me dizer a você: nós, muitas vezes, estamos no meio das pessoas, estamos ali juntos com as pessoas na igreja, nos encontros e, assim por diante, mas parece que nós não escutamos nada, parece que a Palavra de Deus não entra em nós. Até a ouvimos, mas a não entendemos, Deus até fala coisas bonitas, mas parece que elas não tocam no fundo do nosso coração. Talvez algo esteja fechando os nossos ouvidos, podemos ter passado por traumas, por ressentimentos e por dificuldades que nos impedem de escutar a Palavra de Deus; nos tornamos surdos para que Deus nos fale conosco.
Hoje a ação de Jesus é justamente esta: Ele quer tocar nos nossos ouvidos, Ele quer abri-los para que nós possamos escutar a Sua Palavra, para que possamos escutá-Lo falando ao nosso coração. E uma vez que Jesus toca nos nossos ouvidos, Ele também pega a nossa língua e cospe com a saliva e toca nela [cf. Mc 7, 33]; a saliva do Senhor é a coisa mais pura e mais íntima de Nosso Senhor Jesus Cristo. O Senhor Jesus toca na nossa língua para quê? Para que possamos falar em nome d’Ele, para que possamos profetizar no nome d’Ele, para que possamos anunciar o nome d’Ele. Ninguém pode falar em nome do Senhor se primeiro não escutá-Lo!
Muitos de nós conseguimos contar histórias, piadas, narrar fatos, mas não conseguimos falar em nome do Senhor. Deixe que Jesus hoje toque em você, deixe-O pronunciar um ”Efatá” sobre seus ouvidos para que estes se abram e, assim, você escute a Palavra de Deus. E uma vez que os seus ouvidos se abrirem, a sua língua também vai se soltar e o nome do Senhor você irá proclamar e as maravilhas do Senhor você irá anunciar! Dessa forma, o Reino de Deus será anunciado onde quer que você esteja! Deixe que hoje Jesus toque nos seus ouvidos, deixe que Ele toque na sua língua.
Deus abençoe você!

Liturgia – 5ª Semana do Tempo Comum –
Ano A – Sexta-feira – 14/02/14
Primeira Leitura (1Rs 11,29-32; 12,19)
Responsório (Sl 80)
— Ouve, meu povo, porque eu sou o teu Deus!
Evangelho (Mc 7,31-37)                                                                                                                                                                                                                                                                                 

Rotina é coisa de criança?

A rotina norteia, gera vida e saúde. "Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira... E não tem hora pra parar." Mas é preciso parar.
Como estariam nossas crianças se elas não tivessem uma rotina? Como seria uma família sem hábitos cotidianos ou um local de trabalho sem regras? Mas a que rotina estamos nos referindo? Àquela que norteia, gera vida e saúde! 
A rotina é muito importante na vida de todos, é graças a ela que podemos planejar os nossos afazeres, enfrentar as demandas diárias com organização, precisão e autonomia. Ela é importante na vida de todos, em especial para as crianças. Para tanto, é necessário que todos os adultos, que fazem parte do ambiente em que uma criança está inserida, também vivam uma vida equilibrada, possível de promover a convivência, o lazer, o estudo, o trabalho e o descanso para os pequenos. Os filhos, quando têm uma rotina organizada em sua casa, são beneficiados em sua estrutura psíquica e física. 
A elaboração do tempo para uma criança entre a primeira e segunda infância (3 a 7 anos) é uma aprendizagem um tanto quanto complexa. A criança se encontra em um período do desenvolvimento no qual as experiências físicas, que envolvem as percepções, se tornam muito mais reais e interessantes. Assim, compreender o tempo em que tudo acontece se torna, para elas, um grande desafio, mas com a colaboração e a mediação dos pais e dos cuidadores, esse instrumento terá uma função importantíssima no dia a dia das crianças. 
Por intermédio de seus hábitos, as crianças antecipam o que vai acontecer e ajustam o seu comportamento à tarefa que vem pela frente. Elas, que já estão habituadas a seguir uma rotina, conseguem viver em paz, com segurança e organização. Consequentemente, também estarão preparadas para atividades que exijam concentração e atenção. Desse modo, às crianças são oferecidas oportunidades para que saibam sobre seus afazeres, deixando de se sentirem ansiosas e sempre à espera do outro para dirigir os seus passos. É comum, quando as crianças têm muito clara a sua rotina, que elas saibam, por exemplo, que, ao fim do seu turno da escola, o responsável irá buscá-las ou que, depois do jantar, deverão escovar os dentes para dormir, pedir a bênção aos pais e arrumar a mochila para o dia seguinte. 
Existem algumas rotinas que todas as crianças deveriam ter a oportunidade de aprender e praticar: hora da refeição, hora de deitar, de estudar, hora de brincar e períodos em família. Uma rotina desorganizada acaba por afetar o ambiente do qual elas fazem parte; consequentemente, a vida escolar delas poderá ser atingida também. 
Outro aspecto que precisará receber uma atenção maior é quanto ao número de atividades complementares à escola em que as crianças são submetidas: ballet, inglês, Jiu Jitsu, futsal, apoio pedagógico e outras que ocupam dois a três turnos da semana, além da escola. Tudo isso acaba perdendo a graça, pois tira delas o descanso e o tempo de brincar livremente, como criar e recriar suas brincadeiras, jogar bola com os amigos, andar de bicicleta, brincar de panelinha, bater papo, assistir à TV e conviver com os demais. São momentos que se tornam inesquecíveis na vida dos pequeninos. Portanto, não podemos transformar uma criança em um adulto infantil, com tantas responsabilidades! Da mesma como será em vão ficar, em casa, sem nenhuma atividade extra, com a tarde ou a manhã diante dos desenhos animados, sem se relacionar com irmãozinhos e cuidadores. 
Ufa! Quanta responsabilidade quando o assunto é a rotina infantil! Sugiro que os pequenos ouçam explicações sobre a importância das atividades diárias, que os pais planejem o dia a dia dos filhos, permitindo que, em algumas atividades, eles possam opinar quando e como; e reservem, em meio a tanto corre-corre, tempo para falar de sua vida, contar casos e gargalhar.
Pelo fato de ser importante a criança ter acesso à sua rotina e opinar sobre os horários, os pais e os cuidadores devem escrevê-la para os filhos e colocá-la em um lugar que o olhar da criança o alcance ou que, diariamente, os pais conversem sobre esse assunto. Lembrando que toda rotina deverá ser flexível. Portanto, fiquem atentos aos horários para alimentação, estudo, descanso, convivência, para ir à igreja e tantas outras necessárias. Mas que nenhuma dessas tarefas tire a paz interior das crianças. 
Fonte: Judinara Braz 
Administradora de Empresa com Habilitação em Marketing
Psicóloga – Abordagem Análise do Comportamento
Autora do Livro Sala de Aula, a vida como ela é 
Diretora Pedagógica da Escola João Paulo I – Feira de Santana (BA)

Veja também: 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Pe. Lombardi: "Bento XVI vive o tempo da oração, sua renúncia incidiu na história da Igreja"

Celebra-se nesta terça-feira, 11 de fevereiro, o primeiro aniversário do anúncio da renúncia ao ministério petrino de Bento XVI. Um gesto destinado a permanecer no tempo, que foi tomado com imensa surpresa no mundo inteiro e não somente na Igreja. De fato, no momento da renúncia, muitos observadores admitiram que não se estava preparado para uma decisão de tal alcance. Para uma reflexão um ano após a renúncia do Papa Bento XVI, a Rádio Vaticano ouviu o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, também diretor da RV:
Pe. Federico Lombardi:- "Há séculos não se via uma renúncia por parte de um Papa e, portanto, para a grandíssima maioria das pessoas se tratava de um gesto inusitado e surpreendente. Na realidade, para quem acompanhava Bento XVI mais de perto, se entendia que havia uma reflexão sobre esse tema, e já o havia dito explicitamente em sua conversação com Peter Seewald, algum tempo antes – muito tempo antes. E, portanto, era um tema sobre o qual ele rezava, refletia e avaliava, fazia um discernimento espiritual. Foi o que colocou em prática ao nos comunicar e o fez de modo sintético no dia da sua renúncia, naquelas palavras breves, mas densíssimas que explicavam de modo absolutamente adequado e claro os critérios segundo os quais tomara a sua decisão. O que digo – e o disse já na ocasião – é que me parecia um grande ato de governo, ou seja, uma decisão tomada livremente que incide verdadeiramente na situação e na História da Igreja. Nesse sentido, é um grande ato de governo, feito com uma grande profundidade espiritual, uma grande preparação do ponto de vista da reflexão e da oração; uma grande coragem porque, efetivamente, tratando-se de uma decisão inusitada, podia haver problemas ou dúvidas sobre "o que teria" significado, como reflexos, como conseqüências para o futuro, como reação por parte do povo de Deus ou do público. A clareza com a qual Bento XVI se preparou para este gesto e, diria, a fé com a qual se preparou, deram-lhe a serenidade e a força necessárias para colocá-lo em prática, caminhando com coragem e serenidade, com uma visão verdadeiramente de fé e de expectativa do Senhor que acompanha continuamente a sua Igreja, diante dessa situação nova que ele viveu em primeira pessoa, durante várias semanas, e que depois a Igreja viveu com a sucessão, a eleição do novo Papa, como todos sabemos. Eis, portanto, verificou-se plenamente, por parte do Espírito do Senhor, este sentido de acompanhamento da Igreja em caminho."
RV: Um ano atrás, muitos se perguntavam como seria a inédita convivência entre dois Papas. Hoje se vê que tanto temor – talvez mais da parte de "especialistas" do que do Povo de Deus – era exagerado...
Pe. Federico Lombardi:- "Sim... deste ponto de vista, parecia-me absolutamente claro que não havia motivo para se ter nenhum temor. Por quê? Porque a questão é o fato de o papado ser um serviço e não um poder. Se os problemas são vividos em chave de poder, então é claro que duas pessoas podem ter dificuldade a conviver porque pode ser difícil renunciar a um poder e conviver com o sucessor. Mas se se vive tudo exclusivamente como serviço, então uma pessoa que cumpriu o seu serviço diante de Deus e em plena consciência passa o bastão deste serviço a outra pessoa que com atitude de serviço e de plena liberdade de consciência realiza esta tarefa, então o problema não existe absolutamente! Há uma solidariedade espiritual profunda entre os Servidores de Deus que buscam o bem do povo de Deus no serviço do Senhor."
RV: Bento XVI despediu-se ressaltando que teria continuado a servir a Igreja mediante a oração: essa foi uma contribuição realmente extraordinária que deu, e que ainda continua dando, não é isso mesmo?
Pe. Federico Lombardi:- "Sim... apresento apenas uma pequeníssima recordação pessoal: sobretudo nos primeiros tempos do Pontificado, toda vez que havia uma audiência e eu passava para saudar o Papa, como de costume, me dava um Terço, porque habitualmente se dá uma imagem, um Terço, uma medalha... e toda vez que o Papa me dava um Terço, dizia: "Também os padres devem se lembrar de rezar". Eis que jamais me esqueci disso, porque manifestava assim, de modo muito simples, a sua convicção e a sua atenção para o lugar da oração em nossa vida, inclusive e em particular na vida de quem tem tarefas de responsabilidade no serviço do Senhor. Bento XVI certamente sempre foi um homem de oração, em toda sua vida, e – provavelmente – desejava ter um tempo para viver essa dimensão da oração com mais espaço, totalidade e profundidade. E este agora é o seu tempo."
RV: Por outro lado, a vida de oração de Bento XVI não deixa de ter momentos de encontro, inclusive com o Papa Francisco, como sabemos. O que o senhor pode nos dizer sobre essa dimensão da vida distante dos olhos do mundo, mas não isolada de Joseph Ratzinger?
Pe. Federico Lombardi:- "Creio que é justo dar-se conta de que ele vive num modo discreto, sem uma dimensão pública; mas isso não significa que vive isolado, fechado como numa pequena clausura. Desempenha uma atividade normal para uma pessoa anciã – uma pessoa anciã religiosa: uma vida de oração, de reflexão, de leitura, de escritura no sentido que responde à correspondência que recebe; de colóquios, de encontros com pessoas que lhe estão próximas, que com satisfação encontra, com as quais considera útil manter um diálogo, que lhe pedem conselho ou proximidade espiritual. De fato, trata-se da vida de uma pessoa rica espiritualmente, de grande experiência, numa relação discreta com os outros... O que não existe é a dimensão pública com a qual estávamos acostumados, sendo o Papa, e, portanto, estava sempre nas telas, diante da atenção do mundo inteiro. Isto não há; mas fora isso é uma vida normal de relações. E entre essas relações encontra-se a relação com o seu sucessor, a relação com o Papa Francisco que, como sabemos, tem momentos inclusive de encontros pessoais, de diálogo... Um já esteve na casa dou outro. Ademais, existem outras formas de contato que podem ser o telefone ou mensagens que são enviadas: uma situação de relação totalmente normal, diria, e de solidariedade. Parece-me ser muito bonito para nós, quando temos aquelas raras imagens dos dois Papa juntos e que rezam juntos – o Papa atual e o Papa emérito: é um sinal muito bonito e encorajador, da continuidade do ministério petrino no serviço da Igreja."
RV: Uma última questão: Pe. Lombardi, o senhor acompanhou Bento XVI durante os seus quase oito anos de Pontificado. O que o Papa emérito está lhe dando agora, pessoalmente, espiritualmente, desde 11 de fevereiro do ano passado?
Pe. Federico Lombardi:- "Sinto muito a presença do Papa Bento XVI, como uma presença espiritual forte que acompanha, que serena... Penso nas grandes figuras de anciãos da História da Igreja e da História sagrada; em particular, todos pensamos – por exemplo – em Simeão, que acolhe Jesus no Templo e que olha com alegria também para seu destino eterno e inclusive para o futuro da comunidade que continua caminhando nesta terra. Todos sabemos o grandíssimo valor de termos conosco anciãos, anciãos ricos de sabedoria, ricos de fé, serenos: são verdadeiramente uma grandíssima ajuda para quem é mais jovem, para seguir adiante olham para o futuro com confiança e com esperança. É o que Bento XVI é para mim – e creio para a Igreja: o Grande Ancião, sábio, digamos – inclusive – santo. É sereno, porque é bonito, quando o vemos, dá verdadeiramente uma impressão de grande serenidade espiritual. Conservou o seu sorriso com o qual nos acostumamos, nos momentos bonitos em que o encontrávamos – e que, portanto, nos convidam a seguir adiante no caminho, confiantes e com esperança."


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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

AGENDA PAROQUIAL - 11 a 16/02

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
AGENDA PAROQUIAL
11 a 16/02/2014

Dia 11: 16h Reunião com os coordenadores do Apostolado da Oração de nossa Paróquia, na Matriz.
Dia 11: 19h30 Reunião com o Conselho Paroquial.
Dia 13: 12h Missa em Devoção a Nossa Senhora de Fátima na Igreja de Santa Terezinha.
Dia 13: 15h Reunião com os Seminaristas de Balsas.
Dia 13: 19h30 Adoração ao Santíssimo Sacramento na Comunidade da Redenção.
Dia 15: 16h 1ª Reunião em Preparação ao Festejo de Santa Terezinha 2014.
Dia 15: 19h Formação para Equipes de Pastoral do Batismo.
Dia 16: 15h Reunião da Cúria da Legião de Maria na Matriz.
Dia 16: 9h30 Reunião com os coordenadores de catequese das Comunidades na Matriz.

Fraternalmente,
Padre Everaldo Santos Araújo - Pároco

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

AGENDA PAROQUIAL - 04 a 09/02

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
AGENDA PAROQUIAL

04 a 09/02/2014

Dias 4,5 e 6: 19h30 Preparação de Pais e Padrinhos, na Matriz.
Dia 5: 19h30 Formação Paroquial do Terço dos Homens, na Penha.
Dia 5: 19h30 Reunião com o Conselho da Matriz.
Dia 5: Chegada dos Padres do Rio Grande do Sul à Paróquia.
Dia 6: 16h Reunião e Formação dos Grupos de Via-Sacra pela Ruas na Quaresma, na Matriz.
Dia 7: Dia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus:
17h Penha, 
17h30 Matriz,
19h30 Coroado e
19h30 Outeiro da Cruz.
Dia 8: 14h Formação sobre a Campanha da Fraternidade 2014 no Coroadinho. (A nível de forania).
Dia 8: 15h30 Reunião da Equipe Vocacional Paroquial.
Dias 8 e 9: Abertura das Atividades Catequéticas na Paróquia.
Dias 8 e 9: Apresentação dos Seminaristas nas Comunidades.
Dia 9: 8h-12h Encontrão dos Dizimistas no Outeiro da Cruz.
Dia 9: 8h Missa da Pastoral da Sobriedade na TVE.

Fraternalmente,
Padre Everaldo Santos Araújo - Pároco

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Papa Francisco: a Igreja deve ser sempre alegre como Jesus

Cidade do Vaticano (RV) - A Igreja deve ser sempre alegre como Jesus: foi o que disse o Papa Francisco na Missa esta manhã na Casa Santa Marta. O Pontífice destacou que a Igreja é chamada a transmitir a alegria do Senhor aos seus filhos, uma alegria que dá a verdadeira paz.
Paz e alegria. O Papa Francisco desenvolveu a sua homilia enfocando esse binômio. Na primeira leitura, tirada do Livro de Isaías, observou ele, vemos o desejo de paz que todos nós temos. Uma paz que, diz Isaías, trará o Messias. No Evangelho, ao invés, “podemos ver um pouco da alma de Jesus, o coração de Jesus: um coração alegre”:

“Nós pensamos sempre em Jesus quando ele pregava, quando curava, quando caminhava, quando ia pelas estradas, também durante a Última Ceia ... Mas não estamos tão acostumados a pensar em Jesus sorridente, alegre. Jesus era cheio de alegria: cheio de alegria. Naquela intimidade com o Pai: ‘exultou de alegria no Espírito Santo e louvou o Pai’. É precisamente o mistério íntimo de Jesus, o relacionamento com o Pai, no Espírito. É a sua alegria interior, a sua alegria interior que Ele nos dá”.
“E esta alegria - observou - é a verdadeira paz: não é uma paz estática, quieta, tranquila”. Não, “a paz cristã é uma paz alegre, porque o nosso Senhor é alegre”. É, também, é alegre “quando fala do Pai: ama tanto o Pai que não pode falar do Pai, sem alegria”. O nosso Deus, reiterou, “é alegre”. E Jesus quis que a sua esposa, a Igreja, também fosse alegre”.
“Não se pode pensar em uma Igreja sem alegria e a alegria da Igreja é precisamente isso: anunciar o nome de Jesus. Dizer: 'Ele é o Senhor. O meu esposo é o Senhor. É Deus. Ele nos salva, Ele caminha conosco. E essa é a alegria da Igreja, que nesta alegria de esposa se torna mãe. Paulo VI dizia: a alegria da Igreja é evangelizar, ir para frente e falar sobre seu Esposo. E também transmitir essa alegria aos filhos que ela faz nascer, que ela faz crescer”.
E assim, acrescentou, contemplamos que a paz de que Isaías nos fala “é uma paz que se move muito, é uma paz de alegria, uma paz de louvor”, uma paz que podemos dizer “barulhenta, no louvor, uma paz fecunda na maternidade de novos filhos”. Uma paz, disse ainda o Papa Francisco, que vem precisamente na alegria do louvor à Trindade e da evangelização, de ir para aos povos para anunciar quem é Jesus”. “Paz e alegria”, reiterou. E ele colocou a ênfase no que Jesus disse: “uma declaração dogmática”, quando afirma: “Você decidiu assim, de se revelar não aos sábios, mas aos pequenos”,
“Também nas coisas tão sérias, como essas, Jesus é alegre, a Igreja é alegre. Deve ser alegre. Mesmo em sua viuvez -, porque a Igreja tem uma parte da viúva que espera o seu marido que retorne - mesmo em sua viuvez, a Igreja é alegre na esperança. O Senhor nos dê a todos nós esta alegria, esta alegria de Jesus, louvando o Pai, no Espírito. Esta alegria da nossa mãe a Igreja, na evangelização, no anuncio do seu Esposo”.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Parabéns Padre Everaldo Araújo - Grande Mestre e Pastor


"Natal é deixar-se encontrar por Jesus" – o Papa Francisco na missa desta segunda-feira (02/12/13)

Preparar-se para o Natal em oração e caridade - com um coração aberto que se deixa encontrar com o Senhor que tudo renova. Esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa na Capela da Casa de Santa Marta nesta primeira segunda-feira de Advento.
Comentando a passagem do Evangelho em que o centurião romano pede com grande fé a Jesus a cura do seu servo, o Santo Padre recordou que nestes dias começamos um novo caminho, um caminho de Igreja até ao Natal. O Natal que não é só mais um acontecimento mas um encontro com o Senhor: “O Natal é algo mais: nós vamos por este caminho para encontrar o Senhor. O Natal é um encontro! E caminhamos para o encontrar: encontrá-lo com o coração, com a vida; encontrá-lo vivo como ele é; encontrá-lo com fé. E não é fácil viver com fé. O Senhor, nesta palavra que ouvimos maravilhou-se com este centurião: maravilhou-se da fé que ele tinha. Ele tinha feito um caminho para encontrar o Senhor, mas tinha-o feito com fé. Por isso não só ele encontrou o Senhor, mas sentiu a alegria de ser encontrado pelo Senhor. E este é mesmo o encontro que nós queremos: o encontro da fé!”
“Nós estamos em caminho com a fé deste centurião, para encontrar o Senhor e principalmente para deixarmo-nos encontrar por Ele.”

“Coração aberto, para que Ele me encontre! E me diga aquilo que Ele me quer dizer, que nem sempre é aquilo que eu quero que me diga! Ele é o Senhor e Ele me dirá aquilo que tem para mim, porque o Senhor não nos olha todos juntos, como uma massa. Não! Olha para cada um de nós, nos olhos, porque o amor não é um amor abstrato: é amor concreto! De pessoa a pessoa: o Senhor pessoa olha para mim pessoa. Deixarmo-nos encontrar pelo Senhor é precisamente isto: deixarmo-nos amar pelo Senhor!” 

Rádio Vaticano

O SONHO DA VIRGEM MARIA


"José, ontem à noite tive um sonho muito estranho, como um pesadelo. A verdade é que não o entendo. Tratava-se de uma festa de aniversário de nosso Filho.
A família esteve se preparando por semanas decorando sua casa. Apressavam-se de loja em loja comprando todos os tipos de presentes. Parece que toda a cidade estava no mesmo porque todas as lojas estavam abarrotadas. Mas achei algo muito estranho: nenhum dos presentes era para nosso Filho.
Envolveram os presentes em papéis muito lindos e colocaram fitas e laços muito belos. Então os puseram sob uma árvore. Se, uma árvore, José, aí mesmo dentro de sua casa. Também decoraram a árvore; os ramos estavam cheios de bolas coloridas e ornamentos brilhantes. Havia uma figura no topo da árvore. Parecia um anjinho. Estava lindo.
Por fim, o dia do aniversário de nosso Filho chegou. Todos riam e pareciam estar muito felizes com os presentes que davam e recebiam. Mas veja José, não deram nada a nosso Filho. Eu acredito que nem sequer o conheciam. Em nenhum momento mencionaram seu nome. Não lhe parece estranho, José, que as pessoas tenham tanto trabalho para celebrar o aniversário de alguém que nem sequer conhecem? Parecia-me que Jesus se sentiria como um intruso se tivesse assistido a sua própria festa de aniversário.
Tudo estava precioso, José, e todo mundo estava tão feliz, mas tudo ficou nas aparências, no gosto dos presentes. Dava-me vontade de chorar, pois essa família não conhecia Jesus. Que tristeza tão grande para Jesus - não ser convidado a Sua própria festa!
Estou tão contente de que tudo era um sonho, José. Que terrível se esse sonho fosse realidade!"
FAÇAMOS O NATAL DE JESUS TODOS OS DIAS EM NOSSAS VIDAS! O NATAL DE CRISTO E DE MARIA É TAMBÉM O NOSSO NATAL, A COMEMORAÇÃO DE NOSSO NASCIMENTO EM CRISTO E POR CRISTO. E NO NOSSO NATAL, COMO NO DE CRISTO, É INDISPENSÁVEL A PRESENÇA DE MARIA. QUE ESTE NATAL SEJA ESPECIAL, REPLETO DA VERDADEIRA ALEGRIA!

COROA DO ADVENTO


A Coroa de Advento tem a sua origem em uma tradição pagã européia. No inverno, se acendiam algumas velas que representavam ao "fogo do deus sol" com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Partíam de seus próprios costumes para ensenhar-lhes a fé. Assim, a coroa está formada por uma grande quantidade de símbolos:
A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca se debe terminar. Além disso, o círculo dá uma idéia de "elo", de união entre Deus e as pessoas, como uma grande "Alianza".
As ramas verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Señor Jesús, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta.
As quatro velas: As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. No inicio, vemos nossa coroa sem luz e sem brilho. Nos recorda a experiencia de escuridão do pecado. A medida em que se vai aproximando o natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, em meio de nós, do Señor Jesús, luz do mundo, quem dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada.
Nos domingos de Advento, é de costume que as famílias e as comunidades católicas se reunam em torno à coroa para rezar. A liturgia de coroa, como é conhecida esta oração em torno a coroa, se realiza de um modo muito simples. Todos se colocam em volta da coroa; se acende a vela que corresponde a semana em questão, acompanhando, se possível, com um canto. Logo se lêe uma passagem da Bíblia, própria do tempo do Adevento e se fazem algumas meditações. Se recomenda também levar a coroa para ser abençada pelo sacerdote.
Sugestões:
a) Se recomenda fazer a coroa de Adevento em família, aproveitando a ocasião para ensinar as crianças o sentido e o significado de tal símbolo de natal.
b) A coroa deverá estar em um lugar privilegiado da casa, de preferência onde seja facilmente visível a todos, recordando assim a vinda cada vez mais próxima do Senhor Jesus e a importancia de preparar-se bem para este momento.
c) É conveniênte fixar um horário para se fazer a liturgia da coroa de Advento de manera tal que seja uma ocasião familiar e ordenada, com a participação consciente de todos.
d) Se recomenda repartir as funções de cada membro da família durante a liturgia. Um pode ser o que acende a vela, outro o que lê a passagem bíblica, outro que faz algumas preces, outro que faz algum comentario... em fim, a idéia é que todos possam participar e que seja uma ocasião de encontro familiar.

domingo, 1 de dezembro de 2013

ADVENTO

Hoje, domingo, 01/12, a Igreja começa um novo Ano Litúrgico, com o Tempo do Advento, tempo de preparação para a celebração do Natal do Senhor.
Tempo do Advento
A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive a alegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 
Como se estrutura o Tempo do Advento
O tempo do Advento não tem um número fixo de dias e depende sempre da solenidade do Natal. Ele começa na tarde (1ª Vésperas) do primeiro domingo após a Solenidade de Cristo Rei e se desenvolve até o momento anterior à tarde (1ª Vésperas) do Natal. Ele possui quatro semanas e, por isso, quatro domingos celebrativos. O terceiro domingo do Advento é chamado de domingo da alegria (gaudete, em latim) por causa da antífona de entrada da missa (Alegrai-vos sempre no Senhor), mostrando a alegria da proximidade da celebração do Natal. O tempo do Advento se divide em duas partes. A primeira, que vai até o dia 16 de dezembro, é marcada pela espera alegre da segunda vinda de Jesus. A segunda, os dias que antecedem o Natal, se destaca pela recordação sobre o nascimento de Jesus em Belém.
As figuras Bíblicas principais do Advento
Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi vocacionado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação. Em ambos se manifesta a realização da esperança messiânica judaica e o anúncio da plenitude dos tempos.
“Atentos e vigilantes”
A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.
“Orai a todo momento”
Este tempo é marcado por uma vivência mais profunda da vida de oração. A leitura orante deste período nos coloca em contato com as profecias de salvação do Antigo Testamento, com a expectativa que os cristãos da Igreja primitiva tinham da Parusia e com os eventos principais que antecederam o nascimento de Jesus. A recordação dos eventos que antecederam a primeira vinda de Cristo se torna a base da preparação da Igreja para o novo Advento do Senhor. A Santa Missa e a Liturgia das Horas são os principais momentos celebrativos. Os exercícios de piedade, como a oração e a meditação dos mistérios gozosos do Rosário, a oração do Angelus Domini e a Novena de Natal podem ser um caminho feliz para a vivência da oração comunitária neste tempo.
“Para ficardes em pé diante do Filho do Homem”
Cada um de nós, apesar do pecado e do mal que nos cerca, deve desejar sempre mais a felicidade, aceitando que, em última análise, ela é o Reino dos Céus, a vivência em comunhão plena e eterna com Deus. Para isto é necessário vivermos dirigindo nossa vida para esta meta, colocando nossas forças no socorro da graça do Espírito Santo. Deus já nos criou desejando a felicidade. Contudo, por causa do pecado, vamos procurando nas criaturas aquela completude que só pode ser vivida na comunhão com o Criador. O Advento nos propõe entendermos todas as coisas na sua relação com Deus e usarmos elas como meios de estarmos com Ele, colocando nossa esperança nas realidades que não passam.
Para aprofundar...

Para saber mais sobre o assunto, indicamos CIC (Catecismo da Igreja Católica), nos 1168 até 1171; no Compêndio do Catecismo, perguntas de 241 e 242; no Youcat, perguntas de 184 até 186; e, Sacrosanctum Concilium, parágrafos 102 e 105.